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Comércio no Brasil e no Rio de Janeiro

Os dados do comércio varejista no mês de fevereiro de 2013, divulgados na semana passada, através da Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, mostraram uma desaceleração no Brasil em relação a fevereiro de 2012, de -0,25%.
 
Esses dados, provavelmente, têm relação com a elevação sazonal dos preços dos alimentos in natura no início do ano e ainda pela menor elevação real do salário mínimo no ano de 2013, o que faz com que a velocidade de crescimento das vendas no comércio tenda a desacelerar em relação aos anos recentes.
 
Provavelmente, tem a ver, também, com o início de uma desaceleração do crescimento real dos salários na economia brasileira, como apontou George Vidor na sua coluna do jornal O Globo de hoje, alertando que se deve ter cuidado em uma elevação da taxa de juros, pois a pressão de consumo tende a diminuir, tendo em vista a nova elevação salarial.
 
De acordo com ele, “o problema é que essa discussão [sobre a necessidade de elevação da taxa de juros] está no espelho retrovisor. Existem vários sinais que os salários (apontados como principal combustível da inflação) começaram a perder fôlego, inclusive no segmento de serviços”.
 
No acumulado dos meses de janeiro e fevereiro de 2013, os números ainda são positivos, com um crescimento no Brasil do volume de vendas do comércio varejista, de 2,92%. No Rio de Janeiro, os números são ainda melhores, com um crescimento de 3,32%, mostrando provavelmente uma continuidade da melhoria da economia fluminense.
 
Para os últimos 12 meses (março 2012 – fevereiro 2013), o Estado do Rio de Janeiro ainda apresenta um crescimento real de 4,34%, inferior ao do Brasil, de 7,44%, apontando que o desafio de uma maior disseminação do dinamismo na economia fluminense ainda encontra-se colocado.
 
Mauro Osório – Economista

Inflação

A inflação medida pelo IPCA foi, no mês de março, de 0,47%, atingindo em 12 meses o percentual acumulado de 6,59%, superando assim o teto da meta de inflação definido pelo Conselho Monetário.
 
A inflação tem sido puxada pelo preço dos alimentos e por uma elevação dos preços no setor serviços.
 
Entre os alimentos destacam-se, nos últimos 12 meses, a elevação da farinha de mandioca, 151,39%; o tomate, 122,13%; a batata inglesa, 97,29%; a cebola, 76,46%; e o alho, 53,13%.
 
Apesar de elevada, a inflação de março, pelo IPCA, de 0,47%, foi inferior ao que o mercado projetava, algo em torno de 0,50%. Além disso, em 2013 a inflação em março foi inferior a de janeiro, de 0,56%, e de fevereiro, 0,60%.
 
Os analistas, hegemonicamente, têm apontado que a inflação de 2013 deverá ser inferior à de 2012, não estando, portanto, fora de controle.
 
Contribuirão para a desaceleração a safra recorde prevista no Brasil e por não haver previsão de problemas climáticos em outros países, como ocorreu no ano de 2012 nos Estados Unidos.
 
Contribuirá também, o término das fortes chuvas ocorridas no início do ano, que influenciaram a elevação dos preços dos produtos em natura. Nessa direção, o Jornal Folha de São Paulo de hoje, página B8, trouxe a seguinte manchete: “oferta melhora e tomate cai 43% na Ceagesp”. A matéria começa com o seguinte trecho: “Pisoteado nas últimas semanas, o tomate deverá ser esquecido a partir de agora. A oferta melhora e os preços começam a voltar ao normal. Apenas neste mês, a queda acumulada nos preços já é de 43% na Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns de São Paulo)”.
 
Contribuirá, ainda, para uma provável desaceleração da inflação em 2013, o fato de o real, que sofreu significativa desvalorização em relação ao dólar no ano de 2012, aumentando o preço dos produtos importados e impactando a inflação, poder ficar estável neste ano.
 
Uma prova de que a desvalorização do real impactou os preços, é o fato de que índices que apresentam um peso maior da variação cambial, no ano de 2012 apresentaram uma inflação mais elevada do que o IPCA. Em 2012, o índice de inflação pelo IGP-M foi de 8,04%. Por outro lado, como o valor do dólar em relação ao real tem apresentado uma estabilidade no ano de 2013, este índice vem apresentando queda nos três primeiros meses, tendo sido em março de, apenas, 0,21%.
 
Esse cenário, em princípio, aconselharia o Banco Central a não elevar a taxa de juros a curto prazo. No entanto, tendo em vista a indexação ainda existente na economia brasileira, as expectativas inflacionárias no momento e o fato de termos uma situação básica de pleno emprego, uma pequena elevação da taxa SELIC pode vir a contribuir para a consolidação da reversão da taxa de inflação apresentada nos dois últimos anos.
 
Mauro Osório – Economista

Comércio deve contratar cinco mil temporários para o Dia das Mães

O comércio lojista da cidade do Rio de Janeiro deverá contratar cerca de cinco mil empregados temporários (3% a mais do que no ano passado) para trabalhar no Dia das Mães, segundo pesquisa realizada pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, que consultou 500 empresas dos setores de setores de vestuário, calçados e bolsas, joias e bijuterias, perfumaria e cosméticos, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, móveis, telefonia celular e CD.

 

“A estimativa reflete a expectativa positiva que o Dia das Mães desperta no consumidor. É a data comemorativa mais importante para o comércio depois do Natal”, diz o presidente do CDLRIO, Aldo Gonçalves.

 

De acordo com ele a perspectiva otimista também baseia-se no fato de o mercado de trabalho na cidade do Rio de Janeiro ter se mantido bastante dinâmico. Segundo a pesquisa mensal de emprego, do IBGE, a taxa de desemprego na cidade do Rio de Janeiro, no ano passado, foi de 4,8% contra um percentual de 5,5% nas principais metrópoles brasileiras.

 

A pesquisa revelou que das empresas consultadas, 62% pretendem contratar para esse período e 29% pretendem efetivar os temporários. Entre os candidatos, mais de 60% buscam o primeiro emprego; a faixa etária predominante é de 18 a 25 anos; 60% são do sexo feminino e 46% tem o segundo grau completo. Ainda de acordo com a pesquisa, 76% das empresas não exigem experiência dos temporários e 56% responderam que darão treinamento aos contratados. A maioria das vagas disponíveis é para vendedores, demonstradores e repositores de estoque.

 

Mais de 75% das empresas consultadas consideram que neste ano as vendas no Dia das Mães serão iguais as do ano passado, que registraram vendas de mais 9,7%. As lojas das zonas sul e norte foram as que mais se destacaram, com os maiores percentuais de empresas interessadas em contratar temporários, seguidas da zona oeste e centro.

Comércio do Rio vendeu mais 3,8% em fevereiro

Com o bom desempenho dos setores de eletrodomésticos, confecções e moda infantil, calçados, óticas, joias, móveis e de tecidos o comércio lojista da Cidade do Rio de Janeiro registrou um crescimento de 3,8% nas vendas em fevereiro em relação ao mesmo mês de 2012, de acordo com a pesquisa Termômetro de Vendas divulgada mensalmente pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, que abrange cerca de 750 estabelecimentos comerciais da Cidade. No acumulado de janeiro/fevereiro de 2013 em comparação com o mesmo período de 2012 as vendas cresceram 5,1%. Em relação ao mês anterior (janeiro) as vendas de fevereiro caíram 7,9%.

 

A pesquisa mostra que os indicadores do mês de fevereiro foram puxados pelo crescimento das vendas do comércio varejista especializado nos segmentos de Eletrodomésticos (+4,2%), Óticas (+2,7%), Joias (+2,1%) e Móveis (1,3%), e no Ramo Mole (bens não duráveis) pelos setores confecções e moda infantil (+ 3,1%), calçados (+2,8%) e de tecidos (+1,8%).

 

Segundo o presidente do CDLRio, Aldo Gonçalves, o mês de fevereiro é tradicionalmente mais fraco para o comércio lojista. “Além de ser curto (este ano teve 28 dias) tem férias e o Carnaval. Ainda assim, estimuladas pelo comércio com liquidações, promoções e facilidades de pagamento, o aumento de 3,9% nas vendas pode ser considerado um bom desempenho”, explica Aldo.

 

O Ramo Duro (bens duráveis) teve um desempenho melhor do que o Ramo Mole (bens não duráveis): 4,1% contra 2,4%. Quanto à forma de pagamento a venda a prazo foi a preferida pelos consumidores: 4,6% contra 3,1% da venda à vista.

 

Em relação as vendas conforme a localização dos estabelecimentos comerciais, no Ramo Mole, as lojas da Zona venderam mais 7,8%, e as do Centro e da Zona Norte menos 1,7% e 0,1%. No Ramo Duro, as lojas da Zona Norte com mais 7% faturaram mais que as da Zona Sul com mais 4,5% e as do Centro com mais 4,3%.

Desafios da Economia Brasileira

A economia brasileira, a partir dos anos 1990, principalmente a partir do Plano Real, apresentou diversos avanços. Além da queda da inflação para padrões civilizados, a distribuição de renda cresceu fortemente, permitindo assim um significativo aumento das vendas nas atividades de comércio e serviços.
 
Entre os fatores que possibilitaram esse avanço, destaca-se a forte elevação do salário mínimo, que, descontando a inflação, teve o seu poder de compra triplicado, entre 1991 e 2012, passando de um valor (a preços de janeiro de 2013, usando o INPC como deflator) de R$ 202,64, em 1991, para R$ 647,34, em 2012. Também positiva foi a ampliação da relação crédito/PIB no país, que, entre 2003 e 2012, passou de 24,8% para 50,8%, de acordo com dados do Banco Central.
 
Isso levou inclusive a um significativo crescimento do volume de vendas do comércio varejista no Brasil, que, em 2012, foi de 8,4%, apesar do PIB brasileiro ter apresentado um crescimento de apenas 0,87 %, conforme dados do IBGE.
 
Entre os avanços na economia brasileira, podemos ainda destacar uma importante diminuição da relação entre a dívida pública líquida e o PIB (principal indicador de solvência de um país, utilizado internacionalmente), que, entre 2002 e 2012, caiu de 64,4% para 35,2% (dados do Banco Central); uma significativa queda da taxa de juros Selic, do Banco Central, entre julho de 2011 e janeiro de 2013, de 12,5% para 7,25%; e um forte crescimento da formalização do emprego no país, que facilita a compra a crédito, pela comprovação de emprego, e ajuda a dinamizar o comércio.
 
Entre 2003 e 2012, verifica-se através da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE que, nas principais metrópoles brasileiras, o emprego com carteira apresentou um forte crescimento de 50,4%, contra uma queda do emprego sem carteira de 10,3 %.
 
Entre os desafios para os próximos anos, encontra-se o fato de que o crescimento do crédito relativamente ao PIB não poderá ser mais um instrumento de dinamização das vendas, pois já atingimos uma relação crédito/PIB equivalente à existente nos países desenvolvidos e uma continuidade do crescimento dessa relação pode vir a gerar uma bolha e problemas futuros.
 
Além disso, apesar da inadimplência não estar fora de controle, após ela apresentar uma queda, de acordo com dados do Banco Central, de 7,53%, em janeiro de 2010, para 5,68%, em novembro de 2010, passou a crescer atingindo um percentual, em novembro de 2012, de 7,79%.
 
Dessa forma, para ocorrer uma continuidade sustentável da melhoria da distribuição de renda no país, da geração de emprego formal com qualidade e a redinamização do crescimento do PIB, faz-se necessário contar também, para os próximos anos, com o desenho de políticas que levem à ampliação dos investimentos em infraestrutura, seja nos campos da logística e da energia – tendo em vista a necessidade de diminuição do Custo Brasil e ampliação da competitividade da economia brasileira – seja no campo do saneamento, principalmente no que diz respeito diretamente à vida do cidadão, tendo em vista que até o momento em torno de 50% da população brasileira ainda não se beneficiam de esgoto tratado.
 
Mauro Osório – Economista

Comércio descobre na Páscoa um novo Dia dos Namorados

Animado com a diversificação da troca de presentes além do chocolate, que vem crescendo nos últimos anos, o comércio está animado com as vendas na Páscoa, primeira data comemorativa do ano e estima um crescimento de 5% nas vendas em relação ao ano passado. É o que mostra a pesquisa do Centro de Estudos do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDL-Rio, que ouviu 500 lojistas da cidade do Rio de Janeiro para conhecer a expectativa dos empresários e como eles se prepararam para a Páscoa.

 

A pesquisa buscou informações sobre estoque, produtos, promoções e perspectivas de vendas, e contou com a participação de empresários dos setores de Brinquedos (especialmente bichos de pelúcia), Vestuário (adulto e infantil), Jóias e Bijuterias, Calçados e Bolsas, Papelaria, Perfumaria e Cosméticos, Eletroeletrônicos, Eletrodomésticos, Telefonia Celular e CD.

 

Segundo Aldo Gonçalves, presidente do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro, limitada até a alguns anos apenas à troca de ovos de chocolate, o comércio está apostando na Páscoa como um novo filão, oferecendo outros produtos como bichos de pelúcia, brinquedos, cartões criativos e kits montados nas papelarias ao gosto do cliente, roupas, jóias e bijuterias, eletroeletrônico, celular entre outros artigos.

 

“Essa mudança se deu em razão de dois fatores principais: por se tratar de uma data que nos remete à infância e o de fomentar o romantismo. Por isso os empresários estão inovando a cada ano na Páscoa para seduzir os consumidores. Com isso, o comércio está direcionando seu foco não apenas para as crianças, mas também para os adultos, atraindo atenção especial dos casais, principalmente dos namorados”, explica.

 

Segundo a pesquisa os lojistas estão preparados para atender a demanda: 55% acreditam em vendas maiores do que o ano passado; 51,5% aumentaram a variedade de mercadorias; e 15,5% investiram no treinamento para melhorar o atendimento.

 

Como instrumentos para aumentar as vendas, apostaram nas promoções, lançamento de novos produtos, decoração da loja e vitrine, kits promocionais, descontos e formas de pagamento facilitado.

 

Os lojistas estimam também que o preço médio dos presentes por pessoa deve ficar em torno de R$ 140,00 e que os clientes deverão utilizar o cartão de crédito parcelado, cartão de loja, cheque pré-datado e cartão de débito como forma de pagamento.

 

Dos 500 comerciantes ouvidos 45% contrataram temporários para a Páscoa para as funções de vendedores, demonstradores, promotores de vendas e repositores.

Inadimplência no Comércio cresceu 2,2% em fevereiro

  • Movimento do Serviço Central de Proteção ao Crédito – SCPC

A inadimplência no comércio lojista da Cidade do Rio de Janeiro cresceu 2,2% em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com os registros do Serviço Central de Proteção ao Crédito do CDLRio – Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro.

As dívidas quitadas (que mostra o número de consumidores que colocaram suas dívidas em dia) aumentaram 0,9% e as consultas (item que indica o movimento do comércio), diminuíram 0,9%, também em relação a fevereiro de 2012.

Em relação ao mês anterior (janeiro), a inadimplência cresceu 15% e as dívidas quitadas e as consultas caíram, respectivamente, 24,8% e 6,5%.

No acumulado do ano (janeiro/fevereiro de 2013 a janeiro/fevereiro de 2012) a inadimplência, as dívidas quitadas e as consultas aumentam, respectivamente, 2%, 2,9% e 0,2%.

  • Movimento de Cheque

Segundo o registro do cadastro do LIG Cheque da entidade, em fevereiro, em relação ao mesmo mês de 2012, a inadimplência e as dívidas quitadas aumentaram, respectivamente, 1,1% e 3,3%, e as consultas diminuíram 9,7%.

Em relação ao mês anterior (janeiro), a inadimplência, as dívidas quitadas e as consultas caíram, respectivamente, 9,9%, 19,8% e 18,8%.

No acumulado do ano (janeiro/fevereiro de 2013 a janeiro/fevereiro de 2012) a inadimplência e as dívidas quitadas cresceram, respectivamente, 0,6% e 4,1%, e as consultas caíram 9,3%.

Vendas do Comércio cresceram com o horário de verão

As vendas do comércio lojista do Rio de Janeiro, principalmente das lojas de rua, cresceram 4,5% durante os cinco meses de duração do horário de verão, que iniciou em 21 de outubro e encerrou em 17 de fevereiro. A pesquisa é do Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, que ouviu 500 empresários de 18 a 23 de fevereiro.

 

Segundo a pesquisa os artigos mais vendidos foram produtos da estação, principalmente moda de praia, roupas feminina e infantil especializadas, camisetas, bermudas, chinelos, acessórios para fantasias e souvenires, estas beneficiadas pelo carnaval.

 

Aldo Gonçalves, presidente do CDLRio, considerou bom o incremento nas 4,5% nas vendas durante os cinco meses do horário de verão, especialmente nas lojas de rua, próximas aos locais de trabalho e de bairros residenciais. As pessoas saem do trabalho com o dia ainda claro e isso as estimula a percorrerem as lojas para ver as novidades. Os comerciantes também fizeram a sua parte: capricharam na decoração das vitrines, renovaram estoques e lançaram novos produtos.

 

“Além disso, as ações de segurança tomadas pelo governo do estado como a criação das UPPs também contribuíram significativamente para aumentar as vendas no período”, conclui Aldo.

Comércio do Rio vendeu mais 6,3% em janeiro

 

O comércio lojista da Cidade do Rio de Janeiro vendeu mais 6,3% em janeiro, em relação ao mesmo mês de 2012, de acordo com a pesquisa Termômetro de Vendas divulgada mensalmente pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, que abrange cerca de 750 estabelecimentos comerciais da Cidade. No acumulado dos últimos doze meses (Janeiro de 2013/Fevereiro de 2012) as vendas cresceram 8,4%. Em comparação com o mês anterior (dezembro) as vendas caíram 53,8%.

 

A pesquisa mostra que os indicadores do mês de janeiro foram puxados pelo crescimento das vendas do comércio varejista especializado nos segmentos de Calçados (+7,5%), Confecções (+6,8%), Eletrodoméstico (+6,5%), Joias (+4%), Tecidos (+3%), Móveis (+2%) e Óticas (+1,8%).

 

“O resultado foi bom, porque normalmente janeiro é um mês imprensado entre o Natal e o Carnaval. Mas o aumento das vendas reflete as ações promovidas pelo comercio lojista como a manutenção de promoções e facilidades de pagamento. Isso estimulou o consumidor e influenciou o resultado de janeiro”, diz Aldo Gonçalves, presidente do CDLRio.

 

Segundo a pesquisa, o Ramo Duro (bens duráveis) teve um desempenho melhor do que o Ramo Mole (bens não duráveis): 6,4% contra 5,7%. Quanto à forma de pagamento a venda à vista foi a preferida pelos consumidores: 7% contra 6% da venda a prazo.

 

Em relação as vendas conforme a localização dos estabelecimentos comerciais, a pesquisa mostrou que no Ramo Duro a Zona Sul vendeu mais 17,1%, seguida pelo Centro com 17% e pela Zona Norte com 2,2%. No Ramo Mole, a Zona Sul com mais 8,7% esteve em melhor posição, seguida pela Zona Norte com 4,1% e pelo Centro com 4%.

Almoço em homenagem ao Senador Dornelles

  • Maio  2013
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