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UPPs, Políticas Públicas e CDLRio

O Jornal Valor Econômico divulgou matéria com uma pesquisa feita pelo Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, contratada ao Instituto Brasileiro de Pesquisa Social – IBPS, visando avaliar a ocorrência ou não de melhoria das vendas do comércio legalizado em áreas próximas às UPPs. O resultado foi positivo.
 
Por outro lado, a pesquisa mostrou que em bares e restaurantes mais próximos dos locais em que antes havia liberdade para compra e consumo de drogas, o movimento diminuiu.
 
A implantação das UPPs e a atual política de segurança pública é um importante avanço, sendo necessário universalizá-las. Outro aspecto importante é haver uma preocupação relativa à geração de emprego e renda nessas regiões. O fim do “estado paralelo” gera uma queda de renda anteriormente estimulada através da “economia do tráfico”. Além disso, a formalização de atividades como energia elétrica, TV a cabo e venda de gás, que é obviamente positiva, pode gerar aumento de custo para os moradores.
 
Na mesma direção, a formalização do título de propriedade e a elevação do valor dos imóveis, por um lado, beneficiam quem já é “proprietário”, mas, por outro, aumenta também o custo de quem aluga. Além disso, a obtenção do direito de venda no mercado formal, se, por um lado, traz benefícios para o proprietário, por outro, pode ampliar a desigualdade do ponto de vista territorial na metrópole carioca.
 
Recentemente, lendo um artigo sobre políticas metropolitanas, vi ressaltada a questão de que uma cidade inclusiva leva à inovação e que a segregação leva a conflitos. Por esse motivo, acho importante avançarmos em políticas que, ao lado das UPPs, possam gerar melhorias do ponto de vista da diminuição da desigualdade e da qualidade de vida em toda metrópole carioca.

Palestra Gratuita “Transcendendo Limites”

Comércio descobre na Páscoa um novo Dia dos Namorados

Animado com a diversificação da troca de presentes além do chocolate, observada nos últimos anos, o comércio está animado com as vendas na Páscoa, primeira data comemorativa do ano e estima um crescimento de 9% nas vendas em relação ao ano passado. É o que mostra a pesquisa do Centro de Estudos do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, que ouviu 500 lojistas da cidade do Rio de Janeiro para conhecer a expectativa dos empresários e como eles se prepararam para a Páscoa.

A pesquisa buscou informações sobre estoque, produtos, promoções e perspectivas de vendas, e contou com a participação de empresários dos setores de Brinquedos (especialmente bichos de pelúcia), Vestuário (adulto e infantil), Calçados e Bolsas, Papelaria, Perfumaria e Cosméticos, Eletroeletrônicos, Eletrodomésticos, Telefonia Celular e CD.

Segundo Aldo Gonçalves, presidente do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro, “limitada até a alguns anos apenas à troca de ovos de chocolate, o comércio está apostando na Páscoa como um novo filão, oferecendo outros produtos como bichos de pelúcia, brinquedos, cartões criativos e kits montados nas papelarias ao gosto do cliente, roupas, eletroeletrônico, celular entre outros artigos”.

“Essa mudança se deu em razão de dois fatores principais: por se tratar de uma data que nos remete à infância e o de fomentar o romantismo. Por isso os empresários estão inovando a cada ano na Páscoa para seduzir os consumidores. Com isso, o comércio está direcionando seu foco não apenas para as crianças, mas também para os adultos, atraindo atenção especial dos casais, principalmente dos namorados”, explica.

Segundo a pesquisa os lojistas estão preparados para atender a demanda: 54,5% acreditam em vendas maiores do que o ano passado; 51,5% aumentaram a variedade de mercadorias; e 15,4% investiram no treinamento para melhorar o atendimento.

Como instrumentos para aumentar as vendas, apostaram nas promoções, lançamento de novos produtos, decoração da loja e vitrine, kits promocionais, desconto no total das compras e formas de pagamento facilitado.

Os lojistas estimam também que o preço médio dos presentes por pessoa deve ficar em torno de R$ 140,00 e que os clientes deverão utilizar o cartão de crédito parcelado, cartão de loja, cheque pré-datado e cartão de débito como forma de pagamento.

Dos 500 comerciantes 45,5% contrataram temporários para a Páscoa para as funções de vendedores, demonstradores, promotores de vendas e repositores.

Inadimplência no comércio cresceu 2,2% em fevereiro

  • Movimento do SPC

A inadimplência no comércio lojista da Cidade do Rio de Janeiro aumentou 2,2% em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com os registros do Serviço de Proteção ao Crédito do CDLRio – Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro.

As dívidas quitadas, índice que mostra o número de consumidores que colocaram suas compras em dia, aumentaram 6,1% e as consultas, item que indica o movimento do comércio, cresceram 0,8%, também em relação a fevereiro de 2011.

Em comparação com o mês anterior (janeiro) a inadimplência cresceu 14,4% e as consultas e as dívidas quitadas diminuíram, respectivamente, 8,7% e 22,1%.

No acumulado dos dois primeiros meses do ano (janeiro/fevereiro de 2012) em relação ao mesmo período do ano passado, as consultas, a inadimplência e as dívidas quitadas aumentaram, respectivamente, 0,9%, 1,8% e 7,5%.

  • Movimento de Cheque

Segundo o registro do cadastro do LIG Cheque do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, em fevereiro, em relação ao mesmo mês de 2011, as consultas caíram 11,6% e a inadimplência e as dívidas quitadas cresceram, respectivamente, 0,9% e 3,1%.

Em comparação com o mês anterior (janeiro) as consultas, a inadimplência e as dívidas quitadas diminuíram, respectivamente, 14,7%, 10,6% e 18,4%.

No acumulado dos dois primeiros meses do ano (janeiro/fevereiro de 2012) em comparação com o mesmo período de 2011, as consultas caíram 10,6% e a inadimplência e as dívidas quitadas aumentaram, respectivamente, 0,8% e 4,3%.

Páscoa

Em tempos antigos, a celebração da páscoa era marcada pelo fim do inverno e o início da primavera, tempo em que animais e plantas ressurgiam e os pastores e camponeses presenteavam-se  com ovos. Como referência à renovação da vida, os chineses costumavam distribuir ovos coloridos, os países da Europa costumavam escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos. Na Alemanha, o costume era presentear as crianças e, na Armênia, decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas. A versão mais aceita é a de que o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar.
 
Significado dos Símbolos Pascais
 
Ovo de Chocolate
O cacau, cujo nome científico em grego é Teobroma Cacau, quer dizer: o néctar dos deuses, cujo sabor e força energética sempre foram reconhecidos em toda a Europa. Ao tomar o formato de um ovo, representou mais intensamente a força rejuvenescedora da vida. O ovo de chocolate é, portanto, o símbolo da vida.
 
Coelho
Por sua grande fecundidade, o coelho tornou-se o símbolo mais popular da Páscoa, pois ele simboliza a Igreja que, pelo poder de cristo, é fecunda em sua missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos. A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700, na qual o coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa. Convém lembrar que, embora eles apareçam associados aos ovos, até hoje não se viu um coelho que botasse um ovo, muito menos de chocolate.
 
Colomba ou Pomba Pascal
De origem italiana,  a colomba é bem semelhante ao panetone de Natal, mas com o formato de uma pomba, que representa a vinda do Espírito Santo sobre os Apóstolos, na ressurreição de Cristo e é um símbolo da almejada paz. Sendo assim, ser presenteado com uma colomba, representa desejar a paz de Cristo no lar.

Mauro Osório – “Janelão”

O resultado do PIB 2011 confirmou que o Brasil possui a 6ª maior economia do mundo, tendo superado o Reino Unido. No entanto, em termos de PIB per capita ainda estamos bem abaixo dos países desenvolvidos.

O PIB per capita no Brasil é de apenas US$ 11,6 mil, contra um PIB per capita nos EUA, Japão, França, Alemanha, Portugal e Rússia de em torno de, respectivamente, US$ 48 mil; US$ 45 mil; US$ 44 mil; US$ 44 mil; US$ 26 mil; e US$ 17 mil.

Além disso, tivemos uma alta do PIB, em 2011, de apenas 2,7%, e no quarto trimestre de 2011 ficamos na 28ª posição em termos mundiais.

De acordo com Antônio Licha, professor do Instituto de Economia da UFRJ, no O Globo de hoje, esse crescimento foi fruto das medidas macro prudenciais tomadas no início de 2011, para conter o crédito, e que “tiveram efeito mais forte do que o esperado e a política fiscal também se tornou mais contracionista”.

É curioso como no início do ano uma boa parcela dos analistas desdenhavam da política macro prudencial, acreditando que seria ineficaz, sendo importante trabalhar apena com uma carga mais forte de elevação dos juros. Os críticos atualmente às políticas do Governo Federal de buscar conter a valorização do Real são basicamente os mesmos.

O resultado ruim do PIB foi puxado por um crescimento, em todo ano de 2011, da indústria de transformação, de apenas 0,1%. Como bem lembrou Roberto Olinto, coordenador de Contas Nacionais do IBGE, no O Globo de hoje, a indústria de transformação “é o núcleo central de uma economia”, pelos efeitos que gera para trás e para frente, demandando insumos e serviços.

O resultado do setor industrial está relacionado com problemas de competitividade que, por sua vez, tem relação com a valorização cambial, a precariedade em infraestrutura e uma estrutura tributária problemática, que, por exemplo, por um lado encarece a produção nacional e, por outro, facilita as importações, pelas políticas portuárias em alguns estados.

Entre 1984 e 2011, a participação da indústria no PIB brasileiro caiu de 35,8% para 15,3%. Enquanto isso, dados da ONU, de 2010, apontam que o peso da indústria na China e na Coréia era de, respectivamente, 43,1% e 30,4%.

Além disso, se em 2006 o saldo de comércio exterior da indústria de transformação era positivo em 29,8 bilhões de dólares, em 2011 o resultado foi negativo em 48,7 bilhões de dólares, fragilizando significativamente diversas cadeias produtivas do país. Parece inegável que essa mudança, em um período tão curto, está mais ligada à valorização cambial.

Sobre esse aspecto, é importante lembrar que, de acordo com dados do Banco de Compensações Internacionais (BIS), desde o início da crise foram despejados na economia mundial US$8,8 trilhões em liquidez pelos Bancos Centrais dos países centrais. Este número é simplesmente 3,5 vezes o PIB do Brasil em 2011. Isso aliado ao fato de a taxa Selic ainda estar em 10,5%, contra uma taxa nos países centrais próxima a zero, faz com que ocorra uma forte injeção de recursos financeiros no Brasil, forçando uma valorização cambial.

Quando o Banco Central começou a reduzir a taxa de juros, em meados de 2011, percebendo os efeitos que já ocorriam das medidas macro prudenciais e a piora da situação internacional, vários analistas criticaram estridentemente. Hoje, no entanto, a grande maioria dos analistas reconhece a correção das medidas do Banco Central a partir daquele momento.

Ontem, o Valor Econômico trouxe uma matéria sobre inflação com o seguinte título: “FIPE ratifica inflação mais branda no trimestre. Preços de alimentos, combustíveis e vestuário geram deflação de 0,07% no índice de fevereiro”.

Na 2ª feira, no jornal O Globo, George Vidor escreveu Coluna com o seguinte título: “Janelão”, apontando que: “A inflação recuou em fevereiro mais do que os prognósticos apontavam e com isso abriu um janelão de oportunidade para o Comitê de Política Monetária (COPOM) reduzir as taxas básicas de juros na reunião que se encerra hoje”.

Desde o período do início do Plano Real, a inflação desceu de elevador e os juros de escada. Sobre esse ponto, a citada Coluna do George Vidor traz o seguinte alerta: “Para a maioria dos analistas financeiros, juros muito elevados são um mal menor, um preço a se pagar para que a inflação seja dominada, como se não houvesse outra saída. Poucos têm intimidade com o dia a dia da produção e não conseguem enxergar o efeito colateral venenoso – ou não acreditam nele – dos juros altos. Por isso, o ajuste leva tempo, pois além dos fatores conjunturais e estruturais da economia, precisa superar o obstáculo que está enfurnado dentro da cabeça das pessoas. A inflação galopante causou muitos estragos aos brasileiros, um deles é a desconfiança no futuro da própria moeda”.

Como lembrava Antônio Barros de Castro, no século XX, até os anos 70, o Brasil vivia a convenção do crescimento. A partir dos anos 80 e 90, passou a viver a convenção da estabilidade. Está mais do que na hora de conciliarmos essas duas convenções.

CertoCar: Um Raio-x completo de informações para a compra e venda de veículos

Informações sob medida para sua tomada de decisão

O CDLRio está lançando um novo produto para atender às empresas. Trata-se do CertoCar, um serviço completo e diferenciado de consultas e informações de veículos automotores, primordial para transações comerciais que envolvam veículos, seja na compra, venda, financiamento, seguro, leasing, locação ou transportes. O produto oferece uma série de vantagens e imensos benefícios como:

Praticidade,   Segurança,   Rapidez  e  Eficiência

  • O serviço pode ser facilmente integrado à plataforma do cliente;
  • Maior facilidade para acesso às informações públicas.

 

O CertoCar é um produto que fornece informações de suma importância na hora de se fazer quaisquer transações com veículos. Trata-se de um eficiente serviço que evita transtornos ou eventuais prejuízos que muitas vezes ocorrem por falta de conhecimentos na negociação com veículos automotores.

Disponível para pessoas jurídicas dos mais variados segmentos, o recém lançado serviço CertoCar do CDLRio está sendo oferecido em forma de módulos:

Renavam

Débitos estaduais

Roubo e Furto

DPVAT

Gravames

Sinistro

Decodificador de chassis

Base de leilão

Chassi X Motor

CRLVs

 Interessados em adquirir ou saber sobre o serviço:

Telefone: 21 2506-5533, de segunda à sexta-feira, de 9 às 18 horas,

e aos sábados,  de 9 às 16 horas ou no site do CDLRio

www.cdlrio.com.br, na opção Produtos, Informações para Auto.

Comércio do Rio vendeu mais 8,2% em janeiro

O comércio lojista da Cidade do Rio de Janeiro vendeu mais 8,2% em janeiro, em relação ao mesmo mês de 2011, de acordo com a pesquisa Termômetro de Venda divulgada mensalmente pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, que abrange cerca de 750 estabelecimentos comerciais da Cidade. No acumulado dos últimos doze meses as vendas cresceram 8,6%.

A pesquisa mostra que os indicadores do mês de janeiro foram puxados pelo crescimento das vendas do comércio varejista especializado nos segmentos de Eletrodoméstico (+8,8%), Móveis (+8,4%), Confecções e Moda Infantil (+6,8%), Jóias (+6,8%), Tecidos (+6,3%) e Calçados (5,6%).

“O resultado foi bom, porque normalmente janeiro é um mês imprensado entre o Natal e o Carnaval. Mas o aumento das vendas reflete as ações promovidas pelo comercio lojista como a manutenção de promoções e facilidades de pagamento. Isso estimulou o consumidor e influenciou o resultado de janeiro”, diz Aldo Gonçalves, presidente do CDLRio.

Segundo a pesquisa, o Ramo Duro (bens duráveis) teve um desempenho melhor do que o Ramo Mole (bens não duráveis): 8,7% contra 6,1%. Quanto à forma de pagamento a venda a prazo foi a preferida pelos consumidores: 9,5% contra 7,0% da venda à vista.

Em relação às vendas conforme a localização dos estabelecimentos comerciais, a pesquisa mostrou que no Ramo Mole, a Zona Sul vendeu mais 9,2%, seguida pelo Centro com 5,2% e pela Zona Norte com 4,1%. No Ramo Duro, a Zona Norte com mais 11,4% esteve em melhor posição, seguida pelo Centro com 6,7% e pela Zona Sul com 1,7%.

Seminário / Workshop – O Mundo Real dos Negócios

Inadimplência no Comércio do Rio cresceu 1,4% em janeiro

  • Movimento do Serviço de Proteção ao Crédito – SPC

A inadimplência no comércio lojista da Cidade do Rio de Janeiro cresceu 1,4% em janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com os registros do Serviço de Proteção ao Crédito do CDLRio – Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro.

As dívidas quitadas (que mostra o número de consumidores que colocaram suas compras em dia) aumentaram 8,6% e as consultas (item que indica o movimento do comércio), cresceram 1,0%, também em relação a janeiro de 2011.

No acumulado dos últimos doze meses (fevereiro/2011 a janeiro/2012) a inadimplência, as consultas e as dívidas quitadas subiram, respectivamente, 1,8%, 8,3% e 7,2%.

 

  • Movimento de Cheque

Segundo o registro do cadastro do LIG Cheque do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro-CDLRio, em janeiro, em relação ao mesmo mês de 2011, a inadimplência e as dívidas quitadas aumentaram, respectivamente, 0,7% e 5,3%, e as consultas diminuíram 9,8%.

No acumulado dos últimos doze meses (fevereiro/2011 a janeiro/2012) a inadimplência e as dívidas quitadas cresceram, respectivamente, 1,2% e 5,8 %, e as consultas caíram 7,8 %.

  • Maio  2012
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