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Categoria 'Pesquisa'

Lojistas estão otimistas com as vendas no Dia das Mães

Pesquisa do Centro de Estudos do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, que ouviu mais de 500 lojistas da cidade do Rio de Janeiro mostra que os empresários estimam vender 8% a mais no Dia das Mães, a maior data comemorativa do comércio depois do Natal.

 

A pesquisa, realizada entre os dias 12 e 20 de abril, contou com a participação de empresários dos setores de vestuário, calçados e bolsas, joias e bijuterias, perfumaria e cosméticos, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, móveis, telefonia celular e CD.

 

Aldo Gonçalves, presidente do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, disse que os lojistas estão otimistas com as vendas no Dia das Mães. “É a segunda data mais importante para o comércio, atrás apenas do Natal, e os comerciantes criaram uma série de estímulos para aumentar as vendas, entre promoções, descontos, sistemas de crédito diferenciados e diversificação de produtos. E a julgar pelo movimento dos últimos dias a estratégia vem atingindo os objetivos”, explica Aldo.

 

Os lojistas estimam que o preço médio dos presentes por pessoa deve ser de cerca de R$ 120,00 e que os clientes deverão utilizar o cartão de crédito parcelado como forma de pagamento, seguido do cheque parcelado, a prazo (crediário), dinheiro e cartão de débito.

 

De acordo com a pesquisa os lojistas acreditam que vestuário, calçados, bolsas e acessórios, joias e bijuterias, perfumes, produtos de beleza, devem ser os presentes mais vendidos. Os filhos (49,3%), os maridos (25,3%), as próprias mães (18,4%) e os netos (7%) são os que costumam escolher os presentes nas lojas.

 

A pesquisa do CDLRio mostra que 60% dos lojistas optaram pela promoção e 35% investiram em propaganda e que todos aumentaram os seus estoques para o Dia das Mães. Os empresários dos setores de vestuário e calçado, também acreditam que os lançamentos de novas coleções vai alavancar as vendas, enquanto que no setor de telefonia celular, a aposta está sendo nas promoções. Já o de eletrodoméstico está investindo em campanhas publicitárias.

 

Em relação às vendas conforme a localização dos estabelecimentos comerciais as lojas da Zona Norte com 32% são as que esperam vendas maiores, seguidas pelas lojas do Centro com 30,7%, as da Zona Sul com 22,3%, as da Zona Oeste com 15%.

Comércio deve contratar cinco mil temporários para o Dia das Mães

O comércio lojista da cidade do Rio de Janeiro deverá contratar cerca de cinco mil empregados temporários (3% a mais do que no ano passado) para trabalhar no Dia das Mães, segundo pesquisa realizada pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, que consultou 500 empresas dos setores de setores de vestuário, calçados e bolsas, joias e bijuterias, perfumaria e cosméticos, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, móveis, telefonia celular e CD.

 

“A estimativa reflete a expectativa positiva que o Dia das Mães desperta no consumidor. É a data comemorativa mais importante para o comércio depois do Natal”, diz o presidente do CDLRio, Aldo Gonçalves.

 

De acordo com ele a perspectiva otimista também baseia-se no fato de o mercado de trabalho na cidade do Rio de Janeiro ter se mantido bastante dinâmico. Segundo a pesquisa mensal de emprego, do IBGE, a taxa de desemprego na cidade do Rio de Janeiro, no ano passado, foi de 4,8% contra um percentual de 5,5% nas principais metrópoles brasileiras.

 

A pesquisa revelou que das empresas consultadas, 62% pretendem contratar para esse período e 29% pretendem efetivar os temporários. Entre os candidatos, mais de 60% buscam o primeiro emprego; a faixa etária predominante é de 18 a 25 anos; 60% são do sexo feminino e 46% tem o segundo grau completo. Ainda de acordo com a pesquisa, 76% das empresas não exigem experiência dos temporários e 56% responderam que darão treinamento aos contratados. A maioria das vagas disponíveis é para vendedores, demonstradores e repositores de estoque.

 

Mais de 75% das empresas consultadas consideram que neste ano as vendas no Dia das Mães serão iguais as do ano passado, que registraram vendas de mais 9,7%. As lojas das zonas sul e norte foram as que mais se destacaram, com os maiores percentuais de empresas interessadas em contratar temporários, seguidas da zona oeste e centro.

Comércio deve contratar cinco mil temporários para o Dia das Mães

O comércio lojista da cidade do Rio de Janeiro deverá contratar cerca de cinco mil empregados temporários (3% a mais do que no ano passado) para trabalhar no Dia das Mães, segundo pesquisa realizada pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, que consultou 500 empresas dos setores de setores de vestuário, calçados e bolsas, joias e bijuterias, perfumaria e cosméticos, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, móveis, telefonia celular e CD.

 

“A estimativa reflete a expectativa positiva que o Dia das Mães desperta no consumidor. É a data comemorativa mais importante para o comércio depois do Natal”, diz o presidente do CDLRIO, Aldo Gonçalves.

 

De acordo com ele a perspectiva otimista também baseia-se no fato de o mercado de trabalho na cidade do Rio de Janeiro ter se mantido bastante dinâmico. Segundo a pesquisa mensal de emprego, do IBGE, a taxa de desemprego na cidade do Rio de Janeiro, no ano passado, foi de 4,8% contra um percentual de 5,5% nas principais metrópoles brasileiras.

 

A pesquisa revelou que das empresas consultadas, 62% pretendem contratar para esse período e 29% pretendem efetivar os temporários. Entre os candidatos, mais de 60% buscam o primeiro emprego; a faixa etária predominante é de 18 a 25 anos; 60% são do sexo feminino e 46% tem o segundo grau completo. Ainda de acordo com a pesquisa, 76% das empresas não exigem experiência dos temporários e 56% responderam que darão treinamento aos contratados. A maioria das vagas disponíveis é para vendedores, demonstradores e repositores de estoque.

 

Mais de 75% das empresas consultadas consideram que neste ano as vendas no Dia das Mães serão iguais as do ano passado, que registraram vendas de mais 9,7%. As lojas das zonas sul e norte foram as que mais se destacaram, com os maiores percentuais de empresas interessadas em contratar temporários, seguidas da zona oeste e centro.

Comércio descobre na Páscoa um novo Dia dos Namorados

Animado com a diversificação da troca de presentes além do chocolate, que vem crescendo nos últimos anos, o comércio está animado com as vendas na Páscoa, primeira data comemorativa do ano e estima um crescimento de 5% nas vendas em relação ao ano passado. É o que mostra a pesquisa do Centro de Estudos do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDL-Rio, que ouviu 500 lojistas da cidade do Rio de Janeiro para conhecer a expectativa dos empresários e como eles se prepararam para a Páscoa.

 

A pesquisa buscou informações sobre estoque, produtos, promoções e perspectivas de vendas, e contou com a participação de empresários dos setores de Brinquedos (especialmente bichos de pelúcia), Vestuário (adulto e infantil), Jóias e Bijuterias, Calçados e Bolsas, Papelaria, Perfumaria e Cosméticos, Eletroeletrônicos, Eletrodomésticos, Telefonia Celular e CD.

 

Segundo Aldo Gonçalves, presidente do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro, limitada até a alguns anos apenas à troca de ovos de chocolate, o comércio está apostando na Páscoa como um novo filão, oferecendo outros produtos como bichos de pelúcia, brinquedos, cartões criativos e kits montados nas papelarias ao gosto do cliente, roupas, jóias e bijuterias, eletroeletrônico, celular entre outros artigos.

 

“Essa mudança se deu em razão de dois fatores principais: por se tratar de uma data que nos remete à infância e o de fomentar o romantismo. Por isso os empresários estão inovando a cada ano na Páscoa para seduzir os consumidores. Com isso, o comércio está direcionando seu foco não apenas para as crianças, mas também para os adultos, atraindo atenção especial dos casais, principalmente dos namorados”, explica.

 

Segundo a pesquisa os lojistas estão preparados para atender a demanda: 55% acreditam em vendas maiores do que o ano passado; 51,5% aumentaram a variedade de mercadorias; e 15,5% investiram no treinamento para melhorar o atendimento.

 

Como instrumentos para aumentar as vendas, apostaram nas promoções, lançamento de novos produtos, decoração da loja e vitrine, kits promocionais, descontos e formas de pagamento facilitado.

 

Os lojistas estimam também que o preço médio dos presentes por pessoa deve ficar em torno de R$ 140,00 e que os clientes deverão utilizar o cartão de crédito parcelado, cartão de loja, cheque pré-datado e cartão de débito como forma de pagamento.

 

Dos 500 comerciantes ouvidos 45% contrataram temporários para a Páscoa para as funções de vendedores, demonstradores, promotores de vendas e repositores.

Vendas do Comércio cresceram com o horário de verão

As vendas do comércio lojista do Rio de Janeiro, principalmente das lojas de rua, cresceram 4,5% durante os cinco meses de duração do horário de verão, que iniciou em 21 de outubro e encerrou em 17 de fevereiro. A pesquisa é do Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, que ouviu 500 empresários de 18 a 23 de fevereiro.

 

Segundo a pesquisa os artigos mais vendidos foram produtos da estação, principalmente moda de praia, roupas feminina e infantil especializadas, camisetas, bermudas, chinelos, acessórios para fantasias e souvenires, estas beneficiadas pelo carnaval.

 

Aldo Gonçalves, presidente do CDLRio, considerou bom o incremento nas 4,5% nas vendas durante os cinco meses do horário de verão, especialmente nas lojas de rua, próximas aos locais de trabalho e de bairros residenciais. As pessoas saem do trabalho com o dia ainda claro e isso as estimula a percorrerem as lojas para ver as novidades. Os comerciantes também fizeram a sua parte: capricharam na decoração das vitrines, renovaram estoques e lançaram novos produtos.

 

“Além disso, as ações de segurança tomadas pelo governo do estado como a criação das UPPs também contribuíram significativamente para aumentar as vendas no período”, conclui Aldo.

Verão e Carnaval devem aquecer as vendas do comércio do Rio

O comércio lojista do Rio de Janeiro estima um aquecimento nas vendas durante o verão e o carnaval superior a 6,9% registrado no acumulado dos meses de janeiro/março desse ano. Como estratégia vão estimular os consumidores com promoções, descontos, brindes e forma de pagamento diferenciado.

 

Segundo Aldo Gonçalves, presidente do CDLRio, o verão e o carnaval tem significado especial para o comércio do Rio de Janeiro. É uma estação que coincide com a alta temporada turística, reunindo ao mesmo tempo férias escolares e o carnaval. Um pacote perfeito dentro de uma embalagem bem tropical: o calor.

 

“Essas coincidências colaboram para o crescimento das vendas, principalmente de produtos da estação, como moda de praia, roupas feminina e infantil especializadas, acessórios para fantasias e souvenires, estas beneficiadas pelo carnaval. Os lojistas estão animados e esperam a presença de grande número de turistas nacionais e estrangeiros na cidade por conta do verão e do carnaval, estimulando e movimentando o comércio”, diz Aldo.

 

Ele ressalta a projeção da Prefeitura do Rio que diz que a cidade receberá 3,19 milhões de turistas entre dezembro de 2012 e março de 2013, quase 180 mil a mais que o registrado há um ano, gerando um lucro de mais de R$ 2,6 bilhões para a economia carioca.

 

Aldo Gonçalves também aponta o crescimento do crédito, com prazos mais longos de financiamento sem juros (o que significa menos desembolso para o consumidor), a manutenção da estabilidade dos preços praticados pelo varejo e as grandes promoções como fatores propulsores de bons negócios para o comércio varejista.

 

“Além disso as ações de segurança tomadas pelo governo do estado como a criação das UPPs contribuem significativamente para aumentar o número e a permanência dos visitantes na cidade, o que contribui para o crescimento das vendas no período”, conclui Aldo.

Lojistas esperam aumento de 9% nas vendas no Natal

Com o aumento do nível do emprego e da renda, pagamento do 13° salário, aliados ao estímulo das promoções, descontos, alongamento dos prazos e outras formas de crediário, o comércio lojista está bastante otimista com as vendas para o Natal, esperando um crescimento 9% superior ao do ano passado. É o que mostra a pesquisa do Centro de Estudos do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, que ouviu 750 lojistas da Cidade do Rio de Janeiro para conhecer a expectativa dos empresários para o Natal.

 

Segundo a pesquisa os lojistas estão preparados para uma demanda elevada: contrataram funcionários para o período do Natal, aumentaram seus estoques e a variedade de mercadorias, lançaram novos produtos e investiram no treinamento para melhorar o atendimento. Eles acreditam que os presentes mais vendidos no Natal serão os do vestuário, calçados, brinquedos, jogos eletrônicos, jóias e bijuterias, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, bolsas e acessórios e produtos de informática.

 

Os lojistas estimam que o preço médio dos presentes por pessoa deve ser de R$ 130,00 e que os clientes deverão utilizar o cartão de crédito parcelado como forma de pagamento, seguido do cheque pré-datado, cartão de débito, dinheiro e a prazo.

 

De acordo com o presidente do CDLRio, Aldo Gonçalves, a perspectiva do comercio varejista é muito boa. “O Natal não se concentra apenas no dia, como acontece com as outras datas. É uma festa que inicia bem antes do dia 25 de dezembro e vai até seis de janeiro, Dia de Reis. Por isso acreditamos que a expectativa de aumento de 9% das vendas possa ser superada. As pessoas estão se posicionando em atitude de consumo. Exemplo disso é que as dívidas quitadas estão em alta (acumulado de janeiro/outubro foi de 7,5%), sinalizando que os consumidores estão recuperando o crédito para poder comprar no Natal.”, explica Aldo.

 

A pesquisa também mostra que 78% dos lojistas de rua pretendem abrir suas lojas aos domingos e 69% disseram que as lojas vão funcionar até mais tarde nos dias de semana durante o período que antecede o Natal.

 

Como instrumentos para aumentar as vendas, os lojistas apostam nas promoções, propaganda, formas de pagamento facilitado, decoração da loja e da vitrine e lançamento de novos produtos.

Comércio espera vender 5% mais no Dia dos Pais


 
Lojistas estimam em R$110,00 o preço médio dos presentes por pessoa
 
O comércio lojista está otimista com as vendas no Dia dos Pais, uma das maiores datas comemorativas do setor. A expectativa é de um aumento das vendas 5% maior do que no ano passado. É o que mostra pesquisa do Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, que ouviu 500 lojistas da Cidade do Rio de Janeiro para conhecer a expectativa dos empresários e como eles se prepararam para o Dia dos Pais.
 
De acordo com a pesquisa os lojistas acreditam que vestuário, calçados, acessórios (carteiras, cintos), perfumes, equipamentos eletrônicos e livros serão os presentes mais vendidos.
 
A maioria dos lojistas estima que o preço médio dos presentes por pessoa deve ser de cerca de R$ 110,00 e que os clientes deverão utilizar o cartão de crédito parcelado como forma de pagamento, seguido de dinheiro, cartão de débito, cheque pré-datado e a prazo (crediário). A pesquisa mostra também que as esposas e os filhos são os que mais compram presentes para os pais.
 
“A expectativa do comércio lojista do Rio é animadora e os empresários mais uma vez estão apostando nas liquidações e promoções, diversificando os planos de pagamento e criando formas de crediário mais fácil sem juros, entre outras iniciativas”, diz o presidente do CDLRio, Aldo Gonçalves. Ele também destaca que as liquidações de inverno podem impulsionar ainda mais as vendas, já que vestuário e calçados estão entre os produtos que serão mais presenteados no Dia dos Pais.

Comércio vende mais e passa no teste da Rio+20

O comércio do Rio vendeu mais 6% durante a realização da Rio+20. Pesquisa do Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, realizada de 11 a 25 de maio, mostra que roupas, calçados, bolsas e acessórios e moda de praia foram os produtos mais comprados pelos estrangeiros e brasileiros de outros estados que participaram do evento.

 

Dos estrangeiros os que mais consumiram foram os africanos (34,5%) seguidos pelos latino-americanos (24,1%), europeus (20,7%), americanos (17,2%) e asiáticos (3,4%). As lojas que mais venderam foram as da Zona Oeste seguidas pelas lojas da Zona Sul, do Centro e da Zona Norte.

 

Segundo Aldo Gonçalves, presidente do CDLRio, mais importante do que o aumento das vendas foi o fato de o comércio lojista do Rio de Janeiro ter passado com louvor no teste da Rio+20 e mostrou que está preparado para receber os grandes fluxos de visitantes que estarão no Rio para participar dos próximos megaeventos que acontecerão aqui, como o Encontro Mundial da Juventude Católica, Copa das Confederações, Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos de 2016.

 

“Temos consciência de que temos que nos preparar cada vez mais, com muito treinamento em técnicas de venda e qualidade de atendimento. Mas na verdade o que nos deixa feliz é que não houve reclamações sobre o atendimento e os consumidores estrangeiros elogiaram bastante o tratamento que receberam nas lojas, onde nem mesmo o idioma foi empecilho para que os estrangeiros deixassem de comprar qualquer produto”, conclui Aldo.

Perfil do Inadimplente no Comércio do Rio de Janeiro


 
 
 
 
 
 

Desemprego e Queda de Renda são as principais causas da Inadimplência no Comércio do Rio de Janeiro

 
 
 

A recuperação dos índices de emprego formal e da renda ainda não se refletiu no déficit financeiro dos consumidores. O desemprego (35,7%) ao lado da queda da renda familiar (25,2%) e do descontrole de gastos (23,1%) são as principais causas da inadimplência no comércio do Rio de Janeiro, seguidas por fianças e avais (11,2%), doença em família (6,3%) e outras causas.

 

É o que mostra a pesquisa “Perfil do Inadimplente” feita pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio – que ouviu 800 consumidores que procuraram seus postos de atendimento durante os meses de abril e maio para regularizar o nome.

 

Dos entrevistados 47,6% são homens e 52,4% são mulheres. Dos homens 25% têm entre 21 e 30 anos, 58,8% têm renda familiar entre um e três salários mínimos, 35,3% têm o segundo grau concluído e 14,7% tem curso superior completo. Das mulheres 33,3% têm entre 21 e 30 anos, 57,3% têm renda familiar entre um e três salários mínimos, 36% têm o segundo grau concluído e 8% têm o curso superior completo.

 

Em comparação com a pesquisa do ano passado os entrevistados tiveram o perfil modificado quanto o grau de instrução e também uma acentuada mudança na faixa etária dos inadimplentes. Aumentou o número de consumidores a partir de 21 anos e diminuiu o número de incluídos a partir de 60 anos.

 

Eles foram incluídos no cadastro por dívida contraída junto a empresas de cartão de crédito (30,8%), compras no comércio (23,8%) especialmente de roupas, calçados e eletrodomésticos, bancos, financeiras, empresas prestadoras de serviço e a financiamento imobiliário. A pesquisa mostra que ao adquirirem o crédito os consumidores informaram que o fizeram através de cartão de crédito, cartão de loja, cheque e carnê.

 

A pesquisa mostra que 3,5% têm prestações atrasadas no valor de até R$ 100,00, 9,1% até R$ 200,00, 4,2% até R$ 350,00, 2,8% até R$ 500,00 e 3,5.% até R$ 1.500,00, além de outras faixas de endividamento. Dos entrevistados 53,1% pretendem quitar o débito fazendo acordo com os credores, 45,5% usando recursos do próprio salário, 5,6% com empréstimo, além de outros recursos. Quando tiveram seus nomes negativados 31,9% trabalhavam no comércio, 14,2 eram prestadores de serviços, 7,1% na indústria, 7,1% na construção civil e em outras atividades.

 

Dos 800 consumidores ouvidos, 47,6% disseram que a sua situação financeira melhorou em relação ano passado, 39,2% que está igual, 11,2% responderam que piorou e 2% não responderam. Após quitar a dívida 42,7% dos entrevistados disseram que pretendem voltar a fazer compras nos próximos meses, principalmente eletrodomésticos, roupas e calçados, móveis, alimentos, celular, automóvel e restabelecer seus cartões de crédito, além de outros bens.

 

Segundo o presidente do CDLRio, Aldo Gonçalves, as lojas de roupas, calçados, móveis e de eletrodomésticos que vendem com prazos mais longos são as que mais sofrem com a inadimplência. “Mas a boa notícia é que além do crescimento das vendas no comércio, as dívidas quitadas e as consultas cresceram, respectivamente, 6,1% e 3% e a inadimplência cresceu 2%”. “Isso mostra que os lojistas têm sempre uma boa proposta de renegociação dos débitos, reduzindo a inadimplência”, concluiu.

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