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	<description>Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro</description>
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		<title>Plano Diretor da cidade de São Paulo e política territorial para a cidade do Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 18:52:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Documentação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[No último sábado, o jornal Folha de S. Paulo trouxe uma matéria de página inteira com o seguinte título: “O futuro da cidade. Ao traçar diretrizes para São Paulo crescer em dez anos, Plano Diretor tentará levar moradores ao Centro e empresas à periferia”. &#160; Acredito que política idêntica seja fundamental no Rio. Na zona [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último sábado, o jornal Folha de S. Paulo trouxe uma matéria de página inteira com o seguinte título: “O futuro da cidade. Ao traçar diretrizes para São Paulo crescer em dez anos, Plano Diretor tentará levar moradores ao Centro e empresas à periferia”.<br />
&nbsp;<br />
Acredito que política idêntica seja fundamental no Rio. Na zona central e portuária, estão em torno de 35% dos empregos formais da cidade e menos de 5% das moradias. Nas regiões administrativas de Santa Cruz, Bangu, Campo Grande, Realengo e Guaratiba – chamada de AP-5 –, moram em torno de 30% da população carioca e existem apenas em torno de 7% do emprego formal da cidade.<br />
&nbsp;<br />
Na AP-5, as maiores oportunidades derivam do complexo de petróleo e gás, da proximidade com o terminal de contêiner de Itaguaí e da área siderúrgica. Além de uma forte produção de plantas ornamentais, fruto da existência do Sítio Burle Marx naquela região, e, curiosamente, de uma ainda significativa produção agrícola, que deveria ser apoiada e pode vir a atender a moradores, bares e restaurantes, com produtos frescos e de qualidade. Sem falar das oportunidades turísticas, por exemplo, na Serra do Mendanha, com suas cachoeiras e beleza natural.<br />
&nbsp;<br />
Em Santa Cruz, que possui os piores indicadores em termos sociais e de salário médio, entre todas as regiões administrativas da cidade, existem diversas possibilidades de adensamento e de melhoria da oferta de emprego formal e de faixa salarial. Por conta do complexo de petróleo e gás, a Rolls-Royce vai instalar duas plantas em Santa Cruz. A Petrobras pretende instalar um parque tecnológico na região, onde já possui uma fábrica de catalisadores. No campo do complexo de petróleo e gás, com a previsão de investimento da Petrobras, até 2017, superior a R$ 200 bilhões, a política de conteúdo nacional e a retomada das licitações pela ANP, as oportunidades são inúmeras. Com o pré-sal, muda totalmente a escala de produção e diversas atividades produtivas hoje inexistentes no país deverão passar a existir em território brasileiro. As indústrias que podem vir a atender o complexo de petróleo e gás e que já estão em São Paulo, serão ampliadas provavelmente na própria região, O Rio, no entanto, pode vir a atrair empreendimentos para atividades produtivas que passem a existir no país, sendo que a zona oeste possui diversas áreas que podem ser organizadas para atração dessas atividades.<br />
&nbsp;<br />
As plantas da CSA e da Gerdau, na região, obviamente submetidas às necessárias regras ambientais, podem vir a gerar também sinergias. Elas demandam uma enormidade de serviços que podem ser atendidos por empresas existentes ou que venham a se instalar na região e que necessitarão de apoio, no sentido de poderem atender na escala exigida e com qualidade.<br />
&nbsp;<br />
Essas duas siderúrgicas também podem vir a comprar equipamentos da Nuclep – única fábrica de bens de capital por encomenda no ERJ – que precisa, no entanto, ser capitalizada com esse objetivo.<br />
&nbsp;<br />
Dessa forma, existem várias possibilidades de adensamento produtivo na região. O desafio é construir um planejamento e coordenação de políticas que permitam definir e atrair para as regiões as melhores oportunidades existentes, em função dos investimentos previstos na economia brasileira. Nessa estratégia, deve estar contemplada uma coordenação pública, que permita de fato a geração de um círculo virtuoso, com ampliação do emprego de qualidade, preservação do meio ambiente e oferta de infraestrutura social e econômica para os cidadãos que lá vivem e para as empresas que queiram se instalar.<br />
&nbsp;<br />
Não custa lembrar novamente que deve ser evitado um maior adensamento populacional na AP-5, procurando-se sim estimular novas moradias na área central e portuária e na zona suburbana.<br />
&nbsp;<br />
<a href="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2012/11/MAURO_OSORIO-.jpg"><img src="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2012/11/MAURO_OSORIO-.jpg" alt="" title="MAURO_OSORIO-" width="110" height="153" class="alignnone size-full wp-image-4915" /></a> Mauro Osório &#8211; Economista </p>
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		<title>Política Urbana e Comércio</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 17:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Documentação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[No último fim de semana, saíram duas importantes publicações na mídia sobre políticas urbanas. Uma, sobre a atual política urbana para o Centro de São Paulo, que aponta que São Paulo está procurando ter uma política de revitalização de sua área central para que misture “moradia, trabalho, comércio e serviços. Outra característica é a proximidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último fim de semana, saíram duas importantes publicações na mídia sobre políticas urbanas. Uma, sobre a atual política urbana para o Centro de São Paulo, que aponta que <strong>São Paulo está procurando ter uma política de revitalização de sua área central para que misture “moradia, trabalho, comércio e serviços. Outra característica é a proximidade da malha ferroviária. As residências estarão em um raio de 600 metros de uma estação de trem ou de metrô, suficiente para alcançarem transporte em dez minutos de caminhada”</strong>.<br />
&nbsp;<br />
Essa matéria, publicada na revista do jornal Valor Econômico do último fim de semana mostra que é importante ter uma estratégia integrada. Aponta, ainda, que: “Na região central organizada no projeto, os prédios dão direto na calçada, sem recuo, com comércio no térreo, moradia e locais de trabalho nos edifícios, vias para pedestres amplas e parques lineares. Os prédios destinados a habitações vão misturar famílias de diferentes faixas de renda. Uma parte para quem ganha até seis salários mínimos e outra para o limite de dezesseis salários”.<br />
&nbsp;<br />
A outra matéria, publicada no O Globo, de 12/5/2013, e assinada por Paulo Figueiredo Filho, diretor do Grupo Polaris, propõe uma prioridade para gerar uma nova centralidade na Barra da Tijuca, “centro geográfico do Rio”, como já propunha Lúcio Costa, nos anos sessenta. O autor propõe uma política de expansão urbana e afirma que uma das vantagens comparativas da Barra é que ela “em 2016, será o único bairro da cidade conectado com todas as regiões, via transporte de massas e vias expressas, inclusive com aeroporto internacional”.<br />
Essas duas matérias trazem alertas e preocupações com relação às políticas que são desenvolvidas na cidade do Rio e na metrópole carioca.<br />
&nbsp;<br />
Com relação à política para a zona central de São Paulo, é importante lembrar que a experiência paulista já demonstrou que, para levar vida humana para uma região, de forma permanente, não bastam grandes âncoras culturais. É necessário ter uma forte política de indução de moradia, tendo em vista que a construção de imóveis para atividades econômicas costuma dar maior lucro do que a venda para moradias. Nesse sentido, é importante olhar a regulação existente em São Paulo, que é muito mais rígida na indução de moradias. E também lembrar que, em São Paulo, existe uma preocupação em propiciar habitações para famílias de baixa renda.<br />
&nbsp;<br />
Em se tratando da proposta do empresário Paulo Figueiredo, deve-se lembrar de que hoje a hegemonia dos urbanistas propõem políticas de adensamento e não de “location, location and location”. Uma política na direção proposta pelo empresário não me parece a mais adequada, pois – ao contrário da época em que Lúcio Costa fez sua proposição de centralidade da Barra –, em um momento em que a população tende a não crescer mais e a população até 19 anos já cai, por que expandir a área urbana, gerando necessidades novas de infraestrutura?<br />
&nbsp;<br />
Com relação ao fato de que no momento se priorizam políticas de transporte, ligando a Barra a todas as demais regiões da cidade, deve-se questionar se essa estratégia está sendo a mais adequada, tendo em vista que, pelo Censo de 2010, a Barra possui menos de 5% do total da população carioca, apesar de todo crescimento ocorrido.<br />
&nbsp;<br />
Não seria melhor priorizar transporte sobre trilhos, como faz São Paulo, interligando prioritariamente a Área de Planejamento 5 (Santa Cruz, Campo Grande, Bangu, Realengo e Guaratiba) à Zona Suburbana (Área de Planejamento 3) e a área central, regiões onde moram e/ou trabalham 70% da população carioca? Não seria melhor, também, dar prioridade a transporte sobre trilhos entre a cidade do Rio e os municípios da periferia da Região Metropolitana do Rio de Janeiro?<br />
&nbsp;<br />
É importante lembrar que o Censo de 2010 já demonstrou que ocorre um tempo de transporte médio na RMRJ superior ao verificado na RMSP.<br />
&nbsp;<br />
<a href="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2012/11/MAURO_OSORIO-.jpg"><img src="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2012/11/MAURO_OSORIO-.jpg" alt="" title="MAURO_OSORIO-" width="110" height="153" class="alignnone size-full wp-image-4915" /></a> Mauro Osório &#8211; Economista </p>
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		<title>Finanças</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 14:56:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Documentação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a eleição recente de um brasileiro para a OMC, uma imagem positiva do Brasil foi reforçada. Na mesma direção, hoje, o jornal O Globo trouxe uma matéria, p.34, com a seguinte manchete: “Brasil capta US$ 750 milhões, com taxa de 2,75% ao ano. Diferença em relação a título dos EUA foi a menor numa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a eleição recente de um brasileiro para a OMC, uma imagem positiva do Brasil foi reforçada. Na mesma direção, hoje, o jornal O Globo trouxe uma matéria, p.34, com a seguinte manchete: “Brasil capta US$ 750 milhões, com taxa de 2,75% ao ano. Diferença em relação a título dos EUA foi a menor numa emissão no país”.<br />
&nbsp;<br />
A matéria traz o seguinte trecho: “O Brasil captou ontem US$ 750 milhões no mercado internacional. A emissão de um bônus com vencimento em dez anos teve o menor spread da história em relação aos títulos do Tesouro americano: 0,98 ponto percentual. Isso faz com que o país pague um cupom de juros de 2,625% ao ano. De acordo com técnicos do governo, isso mostra uma melhora da percepção do investidor internacional em relação ao país, já que aproximou o risco brasileiro do americano – o menor do mundo”.<br />
&nbsp;<br />
Outro trecho da matéria traz a seguinte afirmação: “Desde 2006, quando o Brasil virou credor internacional, o país faz emissões no mercado externo apenas para melhorar o perfil da dívida e a estrutura de juros”.<br />
&nbsp;<br />
Sobre o mesmo assunto, o jornal Valor Econômico, de hoje, trouxe matérias, na p. C1-C2, a primeira com o seguinte título: “Tesouro capta US$ 750 milhões e paga menor spread histórico”. Na segunda matéria, existe a seguinte citação: “Foi à primeira vez que um título brasileiro teve spread inferior a 100 pontos-base.”<br />
&nbsp;<br />
Ainda do ponto de vista da atividade financeira, O jornal O Globo, na mesma página citada anteriormente, traz matéria com o seguinte título: “Caixa lucra R$ 1,3 bi, recorde para o 1º tri.” A matéria destaca que: “A Caixa Econômica Federal anunciou lucro recorde no primeiro trimestre: R$ 1,3 bilhão, com uma ampliação do lucro, com relação ao mesmo trimestre do ano passado, de 12,5%.”<br />
&nbsp;<br />
Essa matéria e outra também sobre a Caixa Econômica publicada hoje no Valor Econômico, p. C12, apontam que houve uma elevação ligeira da inadimplência, passando de 2,08% em 2012 para 2,3% no fim de março, que, no entanto, continua muito inferior à existente no total dos bancos, inclusive os privados, de 3,6%, e, portanto, sob controle.<br />
&nbsp;<br />
Isso mostra que o caminho adequado para o país é a redução da taxa de juros, com ampliação do número de clientes, permitindo assim a sustentabilidade do setor bancário. A consolidação de uma queda dos juros no país para padrões civilizados é positiva também por diminuir o custo dos investimentos e estimular, portanto, a ampliação do direcionamento de recursos para o aumento da capacidade produtiva.<br />
&nbsp;<br />
<a href="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2012/11/MAURO_OSORIO-.jpg"><img src="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2012/11/MAURO_OSORIO-.jpg" alt="" title="MAURO_OSORIO-" width="110" height="153" class="alignnone size-full wp-image-4915" /></a> Mauro Osório &#8211; Economista </p>
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		<title>Comércio do Rio vendeu mais 5,7% no primeiro trimestre</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 20:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Centro de Estudos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em março as vendas cresceram 6,7% e foi o terceiro mês consecutivo de resultado positivo.   &#160; As vendas do comércio varejista da Cidade do Rio de Janeiro aumentaram 5,7% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2012, de acordo com a pesquisa Termômetro de Vendas divulgada mensalmente pelo Centro de Estudos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Em março as vendas cresceram 6,7% e foi o terceiro mês consecutivo de resultado positivo.</strong></p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2013/05/termometro-marco_2013Fig.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5710" title="termometro marco_2013Fig" src="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2013/05/termometro-marco_2013Fig.jpg" alt="" width="372" height="250" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>As vendas do comércio varejista da Cidade do Rio de Janeiro aumentaram 5,7% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2012, de acordo com a pesquisa Termômetro de Vendas divulgada mensalmente pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, que ouviu cerca de 750 estabelecimentos comerciais. No mês de março as vendas cresceram 6,7% em comparação com o mesmo mês do ano passado.<br />
&nbsp;<br />
O presidente do CDLRio, Aldo Gonçalves, considerou bom desempenho do primeiro trimestre do ano e no mês de março, o terceiro mês consecutivo do ano com resultado positivo. “Normalmente março não é um período de grandes vendas. Vem depois das férias e do Carnaval, quando as pessoas investem muito em lazer”, explica. “Por tudo isso, o comércio está bastante otimista com o movimento do Dia das Mães, esperando um crescimento das vendas da ordem de 8%”, concluiu.<br />
&nbsp;<br />
Segundo a pesquisa, a novidade de março foi o Ramo Mole (bens não duráveis), que apresentou um crescimento de 7,1% contra 6,5% do Ramo Duro (bens duráveis). Os melhores desempenhos do mês foram dos setores de confecções e moda infantil (+8,2%), eletrodomésticos (+6,6%), calçados (+5%), joias (+2,7%), tecidos (+1,3%), óticas (+1,2%) e móveis (0,7%). Quanto à forma de pagamento as vendas à vista com 8,3% foram às preferidas pelos clientes contra 5,6% das vendas a prazo.<br />
&nbsp;<br />
Em relação às vendas conforme a localização dos estabelecimentos comerciais, a pesquisa mostrou que, no Ramo Mole, as lojas da Zona Norte foram as que mais venderam (+10,5%) seguidas das lojas Zona Sul (+4,7%) e do Centro (+2%) e, no Ramo Duro, as lojas do da Zona Norte (+7,9%) também lideraram as vendas, seguidas da Zona Sul (+3,9%) e do Centro (+3,5%).</p>
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		<title>Dívidas Quitadas no Comércio do Rio cresceram pelo terceiro mês consecutivo</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 20:04:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Centro de Estudos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cheque]]></category>
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		<category><![CDATA[Inadimplência]]></category>

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		<description><![CDATA[Movimento o SCPC – Serviço Central de Proteção ao Crédito As dívidas quitadas (que mostra o número de consumidores que colocaram suas dívidas em dia) aumentaram 1,5% em março em relação ao mesmo mês de 2012, de acordo com os registros do Serviço Central de Proteção ao Crédito do CDLRio – Clube de Diretores Lojistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><strong style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Movimento o SCPC – Serviço Central de Proteção ao Crédito</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">As dívidas quitadas (que mostra o número de consumidores que colocaram suas dívidas em dia) aumentaram 1,5% em março em relação ao mesmo mês de 2012, de acordo com os registros do Serviço Central de Proteção ao Crédito do CDLRio – Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro. Foi o terceiro mês consecutivo de crescimento do número de dívidas quitadas (4,4% em janeiro e 0,9% em fevereiro) e os lojistas esperam para abril, véspera do Dia das Mães, um aumento bem maior. A inadimplência e as consultas (item que indica o movimento do comércio), também cresceram, respectivamente, 1,9% e 0,2% em março.<br />
Em relação ao mês anterior (fevereiro), as consultas, a inadimplência e as dívidas quitadas aumentaram, respectivamente, 17%, 34% e 26%.<br />
No acumulado do ano (janeiro/março de 2013 a janeiro/março de 2012) as consultas, a inadimplência e as dívidas quitadas aumentam, respectivamente, 0,2%, 1,9% e 2,4%.</p>
<ul>
<li><strong style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Movimento de Cheque</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Segundo o registro do cadastro do LIG Cheque do Clube de Diretores Lojista do Rio de Janeiro &#8211; CDLRio, em março, em relação ao mesmo mês de 2012, a inadimplência e as dívidas quitadas aumentaram, respectivamente, 1,3% e 2,6% e as consultas diminuíram 7,4%.<br />
Em relação ao mês anterior (fevereiro), as consultas e as dívidas quitadas cresceram, respectivamente, 11,7% e 3,1% e a inadimplência diminuiu 2,9%.<br />
No acumulado do ano (janeiro/março de 2013 a janeiro/março de 2012) a inadimplência e as dívidas quitadas cresceram, respectivamente, 0,9% e 3,6% e as consultas caíram 8,7%.</p>
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		<title>Lojistas estão otimistas com as vendas no Dia das Mães</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 20:04:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Centro de Estudos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[CDLRio]]></category>
		<category><![CDATA[centro de estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias CDLRio]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa do Centro de Estudos do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, que ouviu mais de 500 lojistas da cidade do Rio de Janeiro mostra que os empresários estimam vender 8% a mais no Dia das Mães, a maior data comemorativa do comércio depois do Natal. &#160; A pesquisa, realizada entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pesquisa do Centro de Estudos do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, que ouviu mais de 500 lojistas da cidade do Rio de Janeiro mostra que os empresários estimam vender 8% a mais no Dia das Mães, a maior data comemorativa do comércio depois do Natal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa, realizada entre os dias 12 e 20 de abril, contou com a participação de empresários dos setores de vestuário, calçados e bolsas, joias e bijuterias, perfumaria e cosméticos, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, móveis, telefonia celular e CD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Aldo Gonçalves, presidente do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDLRio, disse que os lojistas estão otimistas com as vendas no Dia das Mães. &#8220;É a segunda data mais importante para o comércio, atrás apenas do Natal, e os comerciantes criaram uma série de estímulos para aumentar as vendas, entre promoções, descontos, sistemas de crédito diferenciados e diversificação de produtos. E a julgar pelo movimento dos últimos dias a estratégia vem atingindo os objetivos”, explica Aldo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os lojistas estimam que o preço médio dos presentes por pessoa deve ser de cerca de R$ 120,00 e que os clientes deverão utilizar o cartão de crédito parcelado como forma de pagamento, seguido do cheque parcelado, a prazo (crediário), dinheiro e cartão de débito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a pesquisa os lojistas acreditam que vestuário, calçados, bolsas e acessórios, joias e bijuterias, perfumes, produtos de beleza, devem ser os presentes mais vendidos. Os filhos (49,3%), os maridos (25,3%), as próprias mães (18,4%) e os netos (7%) são os que costumam escolher os presentes nas lojas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa do CDLRio mostra que 60% dos lojistas optaram pela promoção e 35% investiram em propaganda e que todos aumentaram os seus estoques para o Dia das Mães. Os empresários dos setores de vestuário e calçado, também acreditam que os lançamentos de novas coleções vai alavancar as vendas, enquanto que no setor de telefonia celular, a aposta está sendo nas promoções. Já o de eletrodoméstico está investindo em campanhas publicitárias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação às vendas conforme a localização dos estabelecimentos comerciais as lojas da Zona Norte com 32% são as que esperam vendas maiores, seguidas pelas lojas do Centro com 30,7%, as da Zona Sul com 22,3%, as da Zona Oeste com 15%.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comércio deve contratar cinco mil temporários para o Dia das Mães</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 20:03:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Centro de Estudos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Datas Comemorativas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
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		<description><![CDATA[O comércio lojista da cidade do Rio de Janeiro deverá contratar cerca de cinco mil empregados temporários (3% a mais do que no ano passado) para trabalhar no Dia das Mães, segundo pesquisa realizada pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro &#8211; CDLRio, que consultou 500 empresas dos setores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O comércio lojista da cidade do Rio de Janeiro deverá contratar cerca de cinco mil empregados temporários (3% a mais do que no ano passado) para trabalhar no Dia das Mães, segundo pesquisa realizada pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro &#8211; CDLRio, que consultou 500 empresas dos setores de setores de vestuário, calçados e bolsas, joias e bijuterias, perfumaria e cosméticos, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, móveis, telefonia celular e CD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A estimativa reflete a expectativa positiva que o Dia das Mães desperta no consumidor. É a data comemorativa mais importante para o comércio depois do Natal&#8221;, diz o presidente do CDLRio, Aldo Gonçalves.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com ele a perspectiva otimista também baseia-se no fato de o mercado de trabalho na cidade do Rio de Janeiro ter se mantido bastante dinâmico. Segundo a pesquisa mensal de emprego, do IBGE, a taxa de desemprego na cidade do Rio de Janeiro, no ano passado, foi de 4,8% contra um percentual de 5,5% nas principais metrópoles brasileiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa revelou que das empresas consultadas, 62% pretendem contratar para esse período e 29% pretendem efetivar os temporários. Entre os candidatos, mais de 60% buscam o primeiro emprego; a faixa etária predominante é de 18 a 25 anos; 60% são do sexo feminino e 46% tem o segundo grau completo. Ainda de acordo com a pesquisa, 76% das empresas não exigem experiência dos temporários e 56% responderam que darão treinamento aos contratados. A maioria das vagas disponíveis é para vendedores, demonstradores e repositores de estoque.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Mais de 75% das empresas consultadas consideram que neste ano as vendas no Dia das Mães serão iguais as do ano passado, que registraram vendas de mais 9,7%. As lojas das zonas sul e norte foram as que mais se destacaram, com os maiores percentuais de empresas interessadas em contratar temporários, seguidas da zona oeste e centro.</p>
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		<title>Comércio no Brasil e no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 19:11:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Documentação</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os dados do comércio varejista no mês de fevereiro de 2013, divulgados na semana passada, através da Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, mostraram uma desaceleração no Brasil em relação a fevereiro de 2012, de -0,25%. &#160; Esses dados, provavelmente, têm relação com a elevação sazonal dos preços dos alimentos in natura no início do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os dados do comércio varejista no mês de fevereiro de 2013, divulgados na semana passada, através da Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, mostraram uma <a href="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Tabela_1.html" target="_blank">desaceleração no Brasil em relação a fevereiro de 2012, de -0,25%</a>.<br />
&nbsp;<br />
Esses dados, provavelmente, têm relação com a elevação sazonal dos preços dos alimentos in natura no início do ano e ainda pela menor elevação real do salário mínimo no ano de 2013, o que faz com que a velocidade de crescimento das vendas no comércio tenda a desacelerar em relação aos anos recentes.<br />
&nbsp;<br />
Provavelmente, tem a ver, também, com o início de uma desaceleração do crescimento real dos salários na economia brasileira, como apontou George Vidor na sua coluna do jornal O Globo de hoje, alertando que se deve ter cuidado em uma elevação da taxa de juros, pois a pressão de consumo tende a diminuir, tendo em vista a nova elevação salarial.<br />
&nbsp;<br />
De acordo com ele, “o problema é que essa discussão [sobre a necessidade de elevação da taxa de juros] está no espelho retrovisor. Existem vários sinais que os salários (apontados como principal combustível da inflação) começaram a perder fôlego, inclusive no segmento de serviços”.<br />
&nbsp;<br />
No acumulado dos meses de janeiro e fevereiro de 2013, os números ainda são positivos, com um crescimento no Brasil do volume de vendas do comércio varejista, de 2,92%. No Rio de Janeiro, os números são ainda melhores, com um <a href="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Tabela_2.html" target="_blank">crescimento de 3,32%</a>, mostrando provavelmente uma continuidade da melhoria da economia fluminense.<br />
&nbsp;<br />
Para os últimos 12 meses (março 2012 – fevereiro 2013), o Estado do Rio de Janeiro ainda apresenta um <a href="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Tabela_3.html" target="_blank">crescimento real de 4,34%, inferior ao do Brasil, de 7,44%</a>, apontando que o desafio de uma maior disseminação do dinamismo na economia fluminense ainda encontra-se colocado.<br />
&nbsp;<br />
<a href="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2012/11/MAURO_OSORIO-.jpg"><img src="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2012/11/MAURO_OSORIO-.jpg" alt="" title="MAURO_OSORIO-" width="110" height="153" class="alignnone size-full wp-image-4915" /></a> Mauro Osório &#8211; Economista </p>
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		<title>Inflação</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 19:58:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Documentação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[A inflação medida pelo IPCA foi, no mês de março, de 0,47%, atingindo em 12 meses o percentual acumulado de 6,59%, superando assim o teto da meta de inflação definido pelo Conselho Monetário. &#160; A inflação tem sido puxada pelo preço dos alimentos e por uma elevação dos preços no setor serviços. &#160; Entre os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A inflação medida pelo IPCA foi, no mês de março, de 0,47%, atingindo em 12 meses o percentual acumulado de 6,59%, superando assim o teto da meta de inflação definido pelo Conselho Monetário.<br />
&nbsp;<br />
A inflação tem sido puxada pelo preço dos alimentos e por uma elevação dos preços no setor serviços.<br />
&nbsp;<br />
Entre os alimentos destacam-se, nos últimos 12 meses, a elevação da farinha de mandioca, 151,39%; o tomate, 122,13%; a batata inglesa, 97,29%; a cebola, 76,46%; e o alho, 53,13%.<br />
&nbsp;<br />
Apesar de elevada, a inflação de março, pelo IPCA, de 0,47%, foi inferior ao que o mercado projetava, algo em torno de 0,50%. Além disso, em 2013 a inflação em março foi inferior a de janeiro, de 0,56%, e de fevereiro, 0,60%.<br />
&nbsp;<br />
Os analistas, hegemonicamente, têm apontado que a inflação de 2013 deverá ser inferior à de 2012, não estando, portanto, fora de controle.<br />
&nbsp;<br />
Contribuirão para a desaceleração a safra recorde prevista no Brasil e por não haver previsão de problemas climáticos em outros países, como ocorreu no ano de 2012 nos Estados Unidos.<br />
&nbsp;<br />
Contribuirá também, o término das fortes chuvas ocorridas no início do ano, que influenciaram a elevação dos preços dos produtos em natura. Nessa direção, o Jornal Folha de São Paulo de hoje, página B8, trouxe a seguinte manchete: “oferta melhora e tomate cai 43% na Ceagesp”. A matéria começa com o seguinte trecho: “Pisoteado nas últimas semanas, o tomate deverá ser esquecido a partir de agora. A oferta melhora e os preços começam a voltar ao normal. Apenas neste mês, a queda acumulada nos preços já é de 43% na Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns de São Paulo)”.<br />
&nbsp;<br />
Contribuirá, ainda, para uma provável desaceleração da inflação em 2013, o fato de o real, que sofreu significativa desvalorização em relação ao dólar no ano de 2012, aumentando o preço dos produtos importados e impactando a inflação, poder ficar estável neste ano.<br />
&nbsp;<br />
Uma prova de que a desvalorização do real impactou os preços, é o fato de que índices que apresentam um peso maior da variação cambial, no ano de 2012 apresentaram uma inflação mais elevada do que o IPCA. Em 2012, o índice de inflação pelo IGP-M foi de 8,04%. Por outro lado, como o valor do dólar em relação ao real tem apresentado uma estabilidade no ano de 2013, este índice vem apresentando queda nos três primeiros meses, tendo sido em março de, apenas, 0,21%.<br />
&nbsp;<br />
Esse cenário, em princípio, aconselharia o Banco Central a não elevar a taxa de juros a curto prazo. No entanto, tendo em vista a indexação ainda existente na economia brasileira, as expectativas inflacionárias no momento e o fato de termos uma situação básica de pleno emprego, uma pequena elevação da taxa SELIC pode vir a contribuir para a consolidação da reversão da taxa de inflação apresentada nos dois últimos anos.<br />
&nbsp;<br />
<a href="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2012/11/MAURO_OSORIO-.jpg"><img src="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2012/11/MAURO_OSORIO-.jpg" alt="" title="MAURO_OSORIO-" width="110" height="153" class="alignnone size-full wp-image-4915" /></a> Mauro Osório &#8211; Economista </p>
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		<title>Comércio deve contratar cinco mil temporários para o Dia das Mães</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 19:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Centro de Estudos</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Fotolia_Mae_temporario-20131.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-5621" title="daughter gives gift to mother" src="http://www.cdlrio.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Fotolia_Mae_temporario-20131-300x265.jpg" alt="" width="300" height="265" /></a>O comércio lojista da cidade do Rio de Janeiro deverá contratar cerca de cinco mil empregados temporários (3% a mais do que no ano passado) para trabalhar no Dia das Mães, segundo pesquisa realizada pelo Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro &#8211; CDLRio, que consultou 500 empresas dos setores de setores de vestuário, calçados e bolsas, joias e bijuterias, perfumaria e cosméticos, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, móveis, telefonia celular e CD.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A estimativa reflete a expectativa positiva que o Dia das Mães desperta no consumidor. É a data comemorativa mais importante para o comércio depois do Natal&#8221;, diz o presidente do CDLRIO, Aldo Gonçalves.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com ele a perspectiva otimista também baseia-se no fato de o mercado de trabalho na cidade do Rio de Janeiro ter se mantido bastante dinâmico. Segundo a pesquisa mensal de emprego, do IBGE, a taxa de desemprego na cidade do Rio de Janeiro, no ano passado, foi de 4,8% contra um percentual de 5,5% nas principais metrópoles brasileiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A pesquisa revelou que das empresas consultadas, 62% pretendem contratar para esse período e 29% pretendem efetivar os temporários. Entre os candidatos, mais de 60% buscam o primeiro emprego; a faixa etária predominante é de 18 a 25 anos; 60% são do sexo feminino e 46% tem o segundo grau completo. Ainda de acordo com a pesquisa, 76% das empresas não exigem experiência dos temporários e 56% responderam que darão treinamento aos contratados. A maioria das vagas disponíveis é para vendedores, demonstradores e repositores de estoque.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Mais de 75% das empresas consultadas consideram que neste ano as vendas no Dia das Mães serão iguais as do ano passado, que registraram vendas de mais 9,7%. As lojas das zonas sul e norte foram as que mais se destacaram, com os maiores percentuais de empresas interessadas em contratar temporários, seguidas da zona oeste e centro.</p>
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